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    Deixa Crescer!

    Bum. Não entendi mais nada.


    Meu nome é Tomás, tenho cabelo crespo, e naquela manhã eu estava indo a um salão que eu desconhecia. Soube do lugar por indicação de um amigo de cabelo liso, então claro que eu estava esperando o pior. Naquele momento, eu estava sentado confortavelmente, já havia tomado uma água, olhado os quadros na parede e já havia falado com o cabeleireiro.


    E, bom, tinha pedido para ele CORTAR o meu cabelo.

    – Deixa crescer. – disse Ed.


    Aquilo me desconcertou. Sendo justo, ele me deu trocentas dicas e fez um corte com uma tesoura esquisitíssima, ajeitou tudo, e saí de lá com o cabelo bem legal. Mas, no tamanho, não havia feito muita diferença para mim.

    E, olha, isso fez toda a diferença.


    O caso é que, principalmente para os homens, quanto mais crespo o cabelo, menos provável é deixá-lo crescer. Olhe ao seu redor e conte, por exemplo, quantos homens de cabelo crespo você vê na rua com a cabeça praticamente raspada. Daí enxuga as lágrimas e me dá um abraço.


    Claro que cabelo raspado não é o problema: é apenas mais um visual, e homens e mulheres podem ficar incríveis com ele – e também com cabelo liso etc. O problema surge quando as únicas opções que enxergamos envolvem esconder ou transformar algo que é parte tão essencial e divertida de nossa identidade.

    Espero que isso esteja mudando. Já há algumas personalidades exibindo cabelos crespos naturais e não muito curtos. Os próprios jogadores da seleção Marcelo, William e David Luiz certamente inspiraram muito guri por aí a deixar o cabelo crescer após a Copa (de novo, enxuga as lágrimas). Há avanço, mas também existe muito chão ainda para a gente percorrer.


    Resolvi, então, seguir o conselho, mesmo assombrado pelas vezes que já tentei ou esqueci de cortar por um ou dois meses e achei uma droga, eu que sou exceção numa família de cabelos “mais para lisos”. Com incentivo novo, dessa vez passei a pesquisar, a fazer vários testes e tenho tido grandes surpresas.


    E a ideia aqui é esta: repassar o incentivo, falar da trajetória de descoberta de meu cabelo crespo, ainda curto – e que estou aprendendo a curtir cada vez mais. Além de dicas de pessoas como Ed, que aprova ou barra todas as maluquices que saio colhendo por aí – algumas geniais!


    Não vou entregar o jogo todo neste texto. Só suspeito que a maior lição sempre vai ser ter amor por nosso cabelo como é e como ele estiver. Pode não ser fácil agora, mas acho que a gente não faz ideia do tamanho a que isso tudo pode chegar.

    Então vamos nessa, que dividindo a gente cresce junto! Deixa também seu cabelo natural lhe mostrar tudo o que ele pode ser! “Deixa crescer.”


    É assim que tudo começa.




    Por Tomás Mascarenhas, cliente descabelado.

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